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Sou artista da dança, performance e pesquisa. Sou uma brasileira que mora em Aotearoa (Nova Zelândia), e minhas práticas tem base na improvisação em dança. Olho pra prática coreográfica como um campo expandido, ativa pela poética do convite.

 

Interessada em (re)inventar diferentes modos de colaboração, em 2018 fundei oficialmente o ajuntamento artístico Abrindo a Sala: uma plataforma de colaboração entre artistas do Brasil e de fora. Abrindo a Sala propõe contextos temporários para ajuntar comunidades de pessoas-criadoras-[não]artistas a fim de desenvolver situações que visam ampliar percepções, deslocar pontos de vista e criar-pensar mundos (im)possíveis na busca de práticas de convivência.

 

Apreciando a ideia de paradoxo e do não-saber, experimento com a linguagem e/m suas muitas formas, como um corpo sempre em descoberta. Nesses caminhos, me deparei com um desejo de experimentar com os contextos de residência artística como minha pesquisa de doutorado. 

 

Fui artista residente em Lincoln / Argentina (2019); Olhos D’água / GO (2018); Brasília / DF (2018) (2016); Guanajuato / México (2018); e Ipatinga / MG (2013). Paralelamente a esses programas, organizo um ciclo de residências artísticas em que investigo diretamente as relações da poética do convite em colaboração com artistas locais nos lugares por onde transito. Algumas dessas residências foram situadas em: Tāmaki Makaurau / NZ (2021/2020); Guaruva / SC (2019); Teresina / PI (2018); Brasília / DF (2018); e Salvador / BA (2017).

 

Estou doutoranda em Estudos de Dança na University of Auckland. No Brasil, concluí o Mestrado em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília (UnB), a Especialização em Estudos Contemporâneos em Dança pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e o Bacharelado (licenciatura) em Dança pelo Instituto Federal de Brasília (IFB).

 

Quer conversar? Será uma prazer!